Sentada na pequena roça, que é o quintal da minha casa, percebi algo interessante e ao mesmo tempo óbvio sobre os quatro cachorros que por aqui habitam.
Tudo o que eles fazem, cada um ao seu modo e personalidade própria, é em defesa de seu pretenso território. Mijam por toda a parte, latem para qualquer ameaça externa, brigam e rosnam entre si, dominam o controle da ração.
A constatação é: Como são parecidos conosco esses bichinhos, vivem em função do crêr da posse, da tentativa do ser dono, acreditam mesmo que algum lugar lhes pertence.
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A propósito, da esquerda para a direita: Sadã, Pig, Kurô (in memorian), Picachu e Oxi: Os donos do pedaço por aqui.