11.03.2012

A ampulheta



A areia raleou-se na ampulheta
Pequenas letras, sons, ecos
sopros e explosões de poeira
Redemoinhos de sussurros

Um de seus nomes se foi
Aquele  seu sorriso favorito
Velhos hábitos e cacos de vidro
Todas as horas já vencidas

O concreto evaporou-se
O horizonte lhe fez colar
E ela parou de correr
Escorregou e dormiu. 

3 comentários:

Salve Jorge disse...

Bom dia
Se você dormia
Eu entro no sonhar
Pela periferia
Muito gostaria da sua companhia
Não a que era
Nem a que seria
A que é
Quem dera
Haveremos de raiar o dia
E se o tempo rarear
Por ser raro
Tão caro será
Mais do mesmo é o que mais há
Mas venha dançar
Que está ficando claro
Me agrada o amparo
De quem sabe inspirar...

Salve Jorge disse...

Feliz natal atrasado
Feliz ano novo adiantado
O recado está dado
A saudade segue sentida
Como um fado
Da vida sofrida
A leitura preferida
Torna a caminhada mais colorida
Do seu amigo alado
Pra amiga infinita...

Anônimo disse...

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