3.11.2015

Voltando

Estou viva. Entre a menina romântica e a mulher de saco cheio . Entre a intuição quase sempre infalível e a vontade de deixar rolar espontaneamente.

Não sei se estou exatamente feliz, ou se a felicidade sequer foi uma meta. Ainda não sei fingir e não quero...

Tento compreender as pessoas ao máximo, acho que sou permissiva demais (tem gente que não merece), ou egoísta demais, (vai que não se é tão tolo quanto parece)...não sei, vivo tentando ponderar as coisas, sempre caindo em exageros.

Duas  certezas eu tenho: ando me negligenciando muito e preciso mudar. Só não consigo enxergar aonde e como fazer isso
.

Queria que meus óculos funcionassem também para o lado de dentro.

9.29.2013

Desabafo da floresta

Besta e caçador.
Passaram por tanta coisa. Parecia que seriam eternamente amigos. E depois de tudo isso, tantas histórias... mais um ultimo quinhão de dor lhe sobreveio.

Ela sempre soube que não poderia culpá-lo por nada. Sempre soube que os sentimentos dele eram mais incertos que as palavras da sua boca. Sempre soube que seria loucura amar alguém tão mais sagaz que ela: - O caçador, que vivia cheio de dor por suas caças perdidas, cheio de fantasmas de animais de outras vidas e pequenos seres semi-vivos (de estimação) que lhe mordiam os dedos.

Mas a besta, achava que o compreendia...e que assim estaria protegida.

Então, depois de um ou dois tiros incertos, dois ou mais...(não era mais capaz de contar...embora se lembrasse de todos), ela se permitiu outra vez ser exposta como carne crua na frente do mundo dos vivos, no meio do seu cativeiro pelos próximos anos.

Se permitiu dormir na frente do caçador, e até sonhou
... se permitiu amizade com um predador.
Deixou aquela armadilha tão óbvia e letal ser o seu lar.

E na amizade, muito pior do que no amor...um pedaço de coisa boa foi abatida.
A caça morta se tornou a vilã.
O caçador odiara o que fizera a ela e a odiara ainda mais por isso.
Após alguns minutos de lamento entre os dois, e os gemidos de dor daquela besta cambaleante silenciaram.

Ele mandou ao animal que sumisse dali, sem notar que nenhum sopro mais lhe sobrava.

Nenhum amor...só mágoa.  E a mágoa é a morte do amor. É o fim da esperança.

11.03.2012

A ampulheta



A areia raleou-se na ampulheta
Pequenas letras, sons, ecos
sopros e explosões de poeira
Redemoinhos de sussurros

Um de seus nomes se foi
Aquele  seu sorriso favorito
Velhos hábitos e cacos de vidro
Todas as horas já vencidas

O concreto evaporou-se
O horizonte lhe fez colar
E ela parou de correr
Escorregou e dormiu. 

6.28.2012

Voltando



Meu coração é bobo. Nunca deixará de ser um adolescente inseguro buscando a tranqüilidade de um amor tranquilo nos lugares mais improváveis. 
Não bastasse isso, faz tempo que a razão não apita o jogo, e as minhas prioridades se resumiram a um dia-a-dia ocioso de esperanças próximas vadias. 
Converso  longas horas comigo e com o amor espelho esverdeado, e chegamos sempre às mesmas conclusões, falamos a mesma língua e quase sempre fingimos que nos entendemos...um alívio momentâneo, que permite o fôlego para o próximo choque de realidade. 
Será tudo isso, amor, paixão ou teimosia?

Ou será tudo isso?

10.26.2011

7.01.2011

Continuando sempre

O semestre acabou, passou voando, cheio de decisões importantes, atitudes novas, velhos hábitos, e descobertas. A crise do aniversário passou. Foi como um furacão devastando verdades sólidas e criando oportunidades de reconstruções mais fortes e de novas bases mais flexíveis...mais sólidas também, mais minhas.
Tenho conhecido pessoas maravilhosas, situações divertidíssimas...e alguns momentos de agonia e solidão, preocupação de como será o futuro. Tudo passageiro. Aliás, a crise passou por causa disso: me dei conta de que tudo é passageiro.
E vou continuando. Espero estudar mais no semestre que vem, me concentrar nas coisas que realmente importam, conseguir perceber essas coisas. =)

*Vou tentar manter o blog mais atualizado, novidades em breve por aqui.
Bjuuuuuuuu!

Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu..."



5.22.2011

29 e lá vai...


Faz tempo que eu não posto nada. Nem por falta de vontade ou novidade, mas pela falta de capacidade de traduzir tudo o que tem se passado no meu pequeno e complicado mundo.

Neste ano fiz 29 anos, e eu que me julgava superior a qualquer crise de idade (visto que envelhecer e morrer não figuram entre os meus maiores medos), entrei em uma crise iconoclasta e resolvi começar tudo do zero.

Despi-me de todas as proteções possíveis, e se fosse possível a própria pele eu teria retirado. Me joguei no meio de um oceano desconhecido, querendo sentir seu sabor, seus medos, sua ira, seus prazeres...Afinal, “navegar é preciso”...naufragar faz parte.

E até agora, é isso que tenho feito. Às vezes sinto que sou capaz de sorver o mundo todo e percebê-lo como algo digno de gratidão, e às vezes sinto-me afogada num mar de mediocridade, formado pelas lágrimas provocadas por todos nós.

Não tem sido fácil. Entre pessoas interessantes, jogadores da vida, atletas profissionais da ironia humana, tenho me percebido saudosa dos tempos em que me forçava a aceitar tudo e a me encaixar no perfeito papel de boa moça.

Pessoalmente, sei que não é possível. Racionalmente uma das poucas coisas de que tenho certeza é isso: Não posso deixar de duvidar...e duvidando, se acomodar é impossível.


" Prazer é algo que obtemos por nossa vontade e cansa quando em excesso. Alegria de viver nunca nos cansa, mas não a temos só porque queremos. "
Jung Mo Sung

4.17.2011

Dela




Ela queria um mundo de sonhos

Na ponta da língua.


Mil gotas geladas de chuva

Estalando ardidas nas costas

Enquanto areias reluzentes

Das dunas brancas ao sol

Lhe aqueciam as mãos

De mil dedos gigantes.


Ela queria respirar onde era impossível,

Que seus olhos falassem,

Que sua boca calasse,

E que sua pele sentisse

Só de enxergar...

Eu acho sinceramente,

Que a loucura lhe caía bem.

4.14.2011

São meus

Esses fantasmas

Não nego.

Hoje até os acho

Meio engraçadinhos,

Com tudo aquilo

Que me roubam

No despertar

E nos sonhar tardio.

E com aquilo

Que trazem consigo:

Meus medos perdidos

Minha bagagem esquecida

Meu antigo olhar,

Perto de mim

Tão inconsciente.

O vazio é mais sábio

Repetem em assobio

Não ser é a única forma

De se viver de verdade.

4.10.2011

Do gosto da chuva


É fato. Experimentar a vida é bem mais difícil do que parece.


Não se trata somente de aproveitar o melhor das situações e das pessoas esperando que a vida seja boa, que você não se apegue a nada indevido e que tudo termine como gozar num pôr de sol chuvoso na beira de uma praia morna.


Agente se apega ao indevido, as situações se tornam bizarras, as pessoas misteriosas e estranhas demais.


Tudo seria simples, se todos percebessem a impossibilidade das ambições humanas mais mesquinhas. Não se pode pertencer nem se pode possuir ninguém.


A realidade é outra história, longe demais do seu oceano. Uma história que talvez, não deva receber qualquer intervenção.


Você até se lembra do objetivo original de fazer da vida “sempre , o meu passeio público, e ao mesmo tempo fazer dela, o meu caminho só, único ” (ai, Lulu). Mas no final das contas, na prática a teoria é outra.


Você não quer interferir no que é belo, e o que é belo se desafaz nas baixas das marés.


Olha pra trás e sente que era doce o sabor da acomodação. Não adianta alertar ao passado, se não sobra nenhum arrependimento.


A vida é deliciosa, mas muito, muito amarga.

Tomo um gole... desejo me acostumar um dia.


Aqui por mim...fica uma última impressão: Estou adorando o amargo, a dúvida, a dor...e o que vier....que seja assim, espontâneo como um beijo roubado sem querer.

4.05.2011

Do zumbi, da alma e do espírito.

Ela suplicava ao seu espírito que retornasse. Que pudesse novamente ver a vida com a paixão e com a dor que lhe são normais. Arrependia-se de tê-lo sepultado no decorrer dos anos, dentro de um poço raso mas extremamente escuro.

E agora, à medida de um pulo baixo ele insistia em permanecer cego e surdo. Ela não podia imaginar que seria assim, pois apenas queria adequar-se aos seus pares, todas aquelas pessoas que interagiam tão bem entre si. Tentava se confortar com suas justificativas rasas.

Porém, nunca lhe agradou a ideia de ser um zumbi, mesmo agora quando já era um à muito tempo. E sentia, logo abaixo dos pés frios, a sua presença retirada de si. Continuava sem saber se o seu espírito simplesmente a ignorava inconsciente disso tudo ou se a torturava por escondê-lo à força.

Seu rosto de zumbi no espelho não expressava o descontentamento, racionalizava cada mínimo pensamento tolo procurando leva-la até o fim do caminho de uma maneira confortável onde ao final já estaria completamente decomposta.

E ela esforçava-se para estender a mão no poço logo abaixo, mas tomava-se de terror ao imaginar a fúria do seu próprio espírito...por tantos anos silenciado.

3.26.2011

Devaneios de peixes


Em alguma festa por perto toca um rock moderno. São 23:52 de uma sexta-feira marciana. A cerveja esquenta lentamente na minha garrafa verde favorita. Os pensamentos fluem para uma descrição letárgica de tudo e de todos e acabo me matando de tédio ao tentar conversar com alguém.

Ando conversando sempre a primeira merda que penso. Isso não pode ser bom.

Eu tento me concentrar, mas nem eu mesma acredito nos meus pensamentos...tão vagos e desconexos.

De qualquer forma está sendo mais simples do que eu imaginava. A solidão que eu tanto temia se alimenta da tranquilidade de ser dona de si.

É ainda a mesma de antes, desde que nasci (há 29 anos), podendo decidir por si por onde quer seguir...

E no momento ela decide, mais um gole verde...desejando bons sonhos.

3.09.2011

Aniversário

Retrato(Auto???)

Pobre que sou,

Vazia de qualquer intensidade

Intensa de toda coisa indefinida

Indefinida.

Amo por amar sem saber fazê-lo.

Faço por ser inevitável ato,

Ajo inconsciente dos meus passos.

Finjo que está tudo bem.

Fujo em círculos curtos e pesados

Dos meus fantasmas mais sombrios

Mato-os todos os dias sem piedade

Retornando eles, sem fazer alarde disso.

Tenho pena de mim,

Tenho ódio da autocomiseração

Tenho compaixão pelos que odeiam

Sou pobre de espírito

Vazia de qualquer intensidade

Intensa de qualquer coisa indefinida

Indefinida.

Lara(17/10/2004)


Semana que vem é meu aniversário. 29 anos. Lembrei-me que quando era mais nova eu acreditava que só viveria até esta idade. Acho que eu tinha um medo danado de envelhecer, talvez ainda hoje tenha, mas espero sinceramente viver muito mais.

No final das contas essa idade sempre foi bastante simbólica para mim, uma espécie de rito de passagem, que sinto na pele, me espetando, me instigando a viver mais, e até mesmo a errar mais.

Uma coisa meio sociedade dos poetas mortos corre nos meus pensamentos tão ocupados com as obrigações diárias. Obrigações, profissionais, sociais, acadêmicas...Bah....

Não quero me reduzir tardiamente ao egoísmo adolescente de viver em busca de satisfação rápida...mas a existência ainda que fugaz precisa de um significado próprio...quem sabe neste ano eu não descubra qual?

2.06.2011

meaningless


Semanas loucas essas que se passaram. Tenho pensado muito sobre tudo, coisa demais, perturbação que não consigo traduzir à palavra alguma, ou mesmo colorir em algum lugar tranquilo no meu fraco entendimento da vida.

Às vezes acho que serei uma eterna adolescente tola, procurando sentido nisso tudo. Como expectadora da própria existência (enquanto a espinha no nariz não seca).

A fé tirou férias, eu acho, voltou...mas ainda fica sonolenta diante da crueldade humana, da minha própria (humana que sou) e da fúria do mundo.

A rotina quer me chamar novamente à alienação dolorosa da aceitação sem questionamento.

A infecção passou (ufa). A palavra: “antibiótico”, me deixa meio zumbi. Sexo, cerveja , bolo de chocolate e correr sem direção, são novamente alternativas de entorpecimento momentâneo, que surgem entre tantas outras possibilidades.

Será mesmo necessário reduzir-se tanto um ter um pouco de paz?

Não quero ser uma entidade zumbi vivendo em busca de mera satisfação.


Ah... a estética...

...a estática.

Inércia.


Algo intenso e assustador parece espreitar por aí.

Apesar de tudo, estou otimista.

1.28.2011

Sonho


Às vezes acreditava que era possível (mesmo em um humano recém chegado neste mundo) existir escondido os segredos das eras, o porque das existências, o enigma da criação e da criatividade.

Fechava os olhos enquanto ouvia a chuva arrebentar no telhado de barro, imaginando seu espírito se elevando por cima das tempestades nervosas; alimentava-se da luz dos relâmpagos; e ao mesmo tempo expandia-se pelos profundos abismos marítimos; embriagando-se do silêncio mais escuro.

Todas as distâncias encontravam-se ali, todos os estados de energia se diluíam em algo novo naquele breve sonho. Ela sentia como se respirasse logo depois do afogamento, se encontrava com todas as saudades e com tudo aquilo que amava mas não podia encontrar normalmente. E por segundos o seu sonho tomava forma da mais palpável realidade, como jamais havia sentido antes.

Mas outras vezes, não raro, ela apenas dormia. Recompunha às forças para mais um dia de trabalho e cumpria seu papel na história da fatiga humana.



"Abre logo o portão
Madrugada por todo o vale
Tá suando emoção
Tá com medo, e tem um detalhe
O medo embaça a visão
Abre logo antes que te abale
Ande na escuridão
O teu sonho parece um vale
Preso entre os morros não
Solta o sonho antes que se cale
Madrugada por todo vale... "


-A Fuga do Vale (Oswaldo Montenegro)-

1.25.2011

Fim de férias


As férias estão acabando. Viajei com a família (tios, primos, irmãos, cunhados, mãe, sobrinhos... ), foi muito engraçado, como sempre é, nesses casos. Amei Natal, suas praias e pessoas lindas. Não peguei insolação, acho que me conformei com a ideia de que nunca vou ser morena de verdade, mas me diverti muito. Além disso superei o stress de não poder comer camarão, quando todos o saboreiam com a boca tão boa rs.

Viajar, mesmo decidindo ir com eles na ultima hora, foi muito gostoso.

Voltando a Brasília, marquei umas visitas ao ginecologista, oftalmologista e endocrinologista (credo, só faltou o geriatra rs.), de forma que, quando retornar ao trabalho e às aulas terei pouca coisa para resolver em dias mais ocupados que esses de férias rs. E ainda ficarei tranquila com essas coisas que mulheres quase trintonas começam a se preocupar (só vai ficar faltando o dermatologista e o cardiologista hiauhauihaiuhaui).

Só não é melhor por causa dessa confusão existencial que tem se instalado nos meus pensamentos nestes últimos meses. Não consigo pensar com clareza, nem ao menos para decidir como me guiar rumo ao que seria um ser humano de mente mais tranquila, mais independente e consciente.

De uma forma geral, fico feliz em voltar aos dias de luta, mais revigorada e feliz.

Um beijo a todos e meu desejo oficial de feliz 2011!!!!


*Música super linda para quem quiser escutar uma =)



1.11.2011

Pé na estrada. Que haja paz e que haja sol.

1.05.2011

Saliva




O sabor da saliva. Qual seria?

Que umas suportam unicamente uma outra (para sempre) e outras não se saciam jamais.

Umas se encontram num absurdo magnetismo de suas polaridades opostas e tornando-se iguais se repelem como antigas inimigas.

Outras se conformam no conforto da combinação, e quase secas seguem de mãos dadas. Mornas, geladas...

E mesmo sós, se transformam em outros sabores, viscosidades únicas. Se misturam ao vinho e ao fumo, como se fosse um encontro desejado entre iguais companheiras de secreção.

Tocam a própria pele com a surpresa com que se toca a pele alheia. Muito estranha.


E a língua áspera, ainda não entendia. Inquieta com a misteriosa vizinha, perdia mais uma noite de sono:


-O sabor verdadeiro da saliva, quem saberia?

12.26.2010

Be


Eu não sou nerd. Gostaria de ser.

Se fosse, talvez estudar não fosse uma tarefa tão fatigante.

Eu morreria menos no PVP do World of Warcraft,

ou pelo menos saberia distribuir melhor meus talentos

escolher os itens que devo usar para aumentar a regeneração de mana da minha priest.


Não leio mais que seis livros por ano, incluindo os da faculdade. (deveria ler)

Não conheço nenhuma banda ou filme alternativo, desses que só pessoas realmente inteligentes apreciam.


Não entendo bulhufas das evoluções tecnológicas.


Não sou ateia, feminista, ou defensora do movimento GLS (tá, que não contra nada disso)


Não vejo sentindo em ler Orgulho e Preconceito com Zumbis sem ter lido a obra original.

Morro de preguiça da obra original e nunca consegui assistir ao filme inteiro.


Em fim, admiro e conheço muitas pessoas inteligentíssimas e com elas aprendo mais do que eu poderia por mera paixão, vontade, ou ainda melhor, por capacidade.


São Analistas de Sistema, poetas, publicitários, músicos, artesãs...pessoas excepcionais em suas peculiaridades.


No final das contas, me restou mesmo ser uma pessoa extremamente mediana em quase tudo o que me proponho a fazer e conhecer.

Talvez eu seja excepcional em contemplar a vida, mas isso não é exatamente um talento rs.


Muita sorte a minha por não estarmos em uma história clihê sobre adolescentes norte americanos. Não sendo nerd nem muito menos uma pessoa “legal” (isso nem precisa de explicação), eu realmente teria um distúrbio de personalidade (será?).


Só acho interessante sabermos admirar e escolher como exemplos o que é realmente fascinante: a inteligência humana nas suas mais belíssimas e raras manifestações. Por isso este post meio sem sentido.


O mundo baseado somente na estética e na futilidade mata o que há de melhor em nós.

12.23.2010

Natal!

Opa! Véspera de Natal! Agora que a família (a grande e a pequena) se encheu de crianças ficou gostoso novamente comemorar a noite cristã e do bom velhinho.

Natal só tem graça quando agente é criança ou quando tem criança por perto para agente se lembrar do quando é legal, mesmo sem saber exatamente o porquê.

A “bolsa viagem” se estourou nos prejuízos de Dezembro mas deste ano não passam os projetos de me aventurar um pouco mais pelo mundo, vamos ver o que rola.

Ainda não sei se caso ou se compro uma bicicleta. Talvez faça os dois, talvez nenhum...vou deixar a cargo do velho e eficiente “Let it be”. Pelo menos até eu conhecer melhor meus limites.

Semana que vem trabalho no plantão. Espero que seja tranquilo. E que eu esteja menos preguiçosa do que durante esta semana de recesso.

Desejo um excelente natal, e um 2011 repleto boas vibrações e realizações.

Resumindo é isso, mais inspiração para mim em 2011 tb. rs. Porque assim tá foda.